Tudo sobre Ecologia: Qual a importância da Ecologia? – Resumo

A ecologia é um dos campos de estudo mais importantes da ciência. Nesse artigo você saberá qual a real importância da ecologia. Confira esse resumo completo sobre a ecologia.

Resumo: O que é a ecologia

A ecologia nada mais é do que o estudo dos seres vivos em relação ao meio em que vivem. É claro que esse estudo é tão velho quanto a própria civilização humana. O que durante muito tempo se chamou de História Natural nasceu das noções adquiridas pelos homens pré-históricos nas suas lides cinegéticas, inspirou a obra monumental de Aristóteles, e culminou na de Buffon, no século XVIII, e nos livros de Brehm, no século XIX.

O desenvolvimento da Fisiologia Experimental e da Anatomia Comparada e a preferência pelas observações realizadas em laboratório, utilizando animais mantidos em cativeiro, marcaram o declínio do interesse pelas pesquisas de campo.

O estudo da vida, que constitui o escopo da Biologia, é realizado através da análise de suas manifestações nos organismos. Em determinada época perdeu-se de vista o objetivo principal e passou-se a dissecar e estudar os organismos como um fim.

Entretanto, os naturalistas viajantes verificavam a influência dos fatores geográficos e climáticos sobre os organismos: a latitude, a altitude, o clima, o solo, a sucessão dos dias e das noites, das estações do ano, dos ciclos lunares.

Agora que  entendemos o que isso representa, vamos entender qual a real importância da Ecologia para nossa vida.

 

Qual a importância da ecologia?

ecologia

Mas afinal, qual a importância da ecologia? Essa área de estudo é muito importante para o desenvolvimento de vários aspectos sociais. Podemos entender os impactos ambientais e os desequilíbrios causados às populações de todos os seres vivos em decorrência da ação humana.

Essa área de estudo ainda serve como base para outras áreas, como a Botânica, Zoologia, Física, Química, Geografia e Matemática.

Teorias da ecologia

Pouco a pouco, da massa de fatos observados na Amazônia, na Malásia e na África surgiram as teorias fundamentais que constituem a base da Ecologia. Verificou-se que não se sabia muita coisa sobre a vida dos animais: conhecer as dimensões e as características anatômicas de um espécime preparado para coleção de museu não é suficiente.

Não basta saber como é um tigre, mas sim como busca seu alimento, a que horas e de que maneira, quais são as suas relações com os outros animais que vivem na mesma área e quais os fatores que caracterizam o seu habitat: altitude, temperatura, umidade, tipo de vegetação, etc.

Esse tipo de conhecimento não se adquire em laboratório nem em jardim zoológico, mas no ambiente natural, pela observação persistente e pela documentação fotográfica e sonora.

Nos laboratórios, são insubstituíveis para a produção de medicamentos e testes de novas drogas. Supõe-se que os Mamíferos tiveram origem há cerca de 250 milhões de anos.

 

A evolução dos estudos dos animais da ecologia

Durante o Período Triássico, na Era Secundária, um grupo de Répteis já apresentava alguns caracteres típicos dos Mamíferos. Durante toda a Era Secundária os grupos mamiliformes mostravam-se impotentes para competir com os Répteis e eram constituídos por formas de pequeno tamanho e pouco notáveis.

Durante o Cretáceo surgiram os primeiros Marsupiais e os primeiros Insetívoros. Estes deram origem a todas as ordens de Mamíferos placentários quando, no final da Era Secundária, terminou o domínio dos Répteis.

Muitas ordens de Mamíferos surgiram e extinguiram-se durante o Período Terciário, sem deixar descendentes diretos na fauna recente. Freqüentemente são descobertos restos fósseis de Mamíferos que julgamos pertencer a um grupo extinto. Entretanto, alguns desses vestígios resultam em descobertas surpreendentes.

Milhões de anos atrás…

Entendendo-se a importância da ecologia, viu-se a necessidade de estudar nossa pré-história. Nos fins do século passado foram achados os restos de um Artiodáctilo, denominado Paleotragus, que viveu na região da Grécia durante o Mioceno – isto é, entre 15 e 45 milhões de anos atrás — e que não teria deixado descendentes diretos, apesar de exibir alguns caracteres semelhantes aos das girafas atuais.

Em 1900, a descoberta do ocapi, na floresta de Ituri, em Ruanda (parte do antigo Congo), reviveu a questão das afinidades do Paleotragus. Com efeito, verificou-se que o esqueleto do ocapi era extremamente semelhante ao daquele animal miocênico. Foi nessa ocasião que se criou a designação popular de fóssil vivo, que é aplicada às espécies recentes que exibem caracteres arcaicos e que são os únicos remanescentes de grupos há muito desaparecidos: são relíquias cronológicas.

Fósseis

Outros fósseis vivos têm sido descobertos, como o célebre peixe celacanto, pescado no canal de Moçambique em 1935, que se julgava extinto há milhões de anos. Em geral, trata-se de animais que sobreviveram em ilhas onde não estão sujeitos a ataques de predadores e gozam de uma proteção relativa.

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