Reflexão da Luz | Refração da Luz | Exemplos | Tipos de Espelhos

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Nesse artigo você irá aprender sobre os fenômenos de reflexão e refração da luz, com exemplos e descrição teórica em um resumo completo.

Reflexão da luz

Se recebermos, num pequeno espelho, raios luminosos, notaremos a reflexão, isto é, o retorno dos raios ao meio de onde vieram.

A reflexão da luz consiste em o raio luminoso sofrer um desvio na sua direção, ao bater no espelho, formando um ângulo cujo vértice se encontra, justamente, no ponto em que o raio toca a superfície refletora.

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O raio que se projeta sobre o espelho tem o nome de raio incidente. O que parte do espelho, após a reflexão, demoniza-se raio refletido. A perpendicular que baixarmos sobre o pondo da superfície onde se deu a reflexão, se chama normal.

Observaremos então, o ângulo de incidência – formado pelo raio incidente, e a normal – é igual, sempre, ao angulo de reflexão formado pela normal e pelo raio refletido.

Reflexão irregular ou difusão da luz

Imagine-se que o raio incidente coincida com a normal. Neste caso, o ralo refletido coincidirá, também, com a normal. É como uma bola de borracha que, caindo perpendicularmente ao chão, volta na mesma direção. Se cair obliquamente, formará, como os raios luminosos, um ângulo tanto maior quanto for a Inclinação com que caiu.

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Imagine-se, agora que a superfície do espelho seja ondulada, irregular. Resultado: os ratos luminosos retornam ao meio de onde provieram, porém em direções diferentes, difundindo-se irregularmente. É o que se denomina reflexão irregular ou difusão da luz.

Espelhos

Comecemos por expor a noção das imagens virtual e real. A imagem virtual é aquela que vemos nos espelhos, também chamada aparente, porque parece estar num lugar que, na realidade, não ocupa. Sendo iguais os ângulos de incidência e de reflexão, o objeto e a imagem são simétricos em relação ao plano do espelho.

Assim, quando diante deste, espalmamos a mão esquerda, a imagem virtual parece mostrar, a palma da mão direita. Se recuarmos a imagem também recua; se nos deslocamos para a esquerda, a imagem se desloca para a direita.

Fenômeno de espelhamento

É como se uma pessoa, plantada diante de nós, face a face, se divertisse em imitar os nossos gestos, reproduzindo com a metade direita o que fazemos com a esquerda, ou distanciando-se quando nos distanciamos, etc. O fenômeno é mais frisante quando colocamos um trecho de jornal diante do espelho: todo ele aparece impresso às avessas.

Imagem virtual

Enquanto a imagem virtual se obtém com espelhos planos, a imagem real é conseguida com o auxílio de espelhos côncavos.

De fato, se colocarmos uma vela acesa, diante de um espelho côncavo, de modo que os seus raios se projetem sobre ele obliquamente, no só notaremos a formação de uma imagem virtual como poderemos, ainda, procurar o raio refletido e recolher a imagem real, sobre um anteparo que se aproxima ou afasta convenientemente.

Essa imagem real se apresentará invertida, por motivos já explicados e de tamanhos diversos, conforme a distância em que se encontrem os objetos.

Refração da luz

Se mergulhamos, obliquamente, num copo com água, um lápis, este nos parece quebrado, ou dobrado, ao nível da eu superfície da água. Tal fenômeno se denomina refração da luz – mudança de direção que sofrem os raios luminosos ao passarem de uni meio a outro de propagação.

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A propagação da luz só é retilínea quando se processa em um meio homogêneo, como o ar ou a água. Mas, se os raios luminosos passam de um para outro meio, desviam-se, isto é, sofrem uma refração da luz.

Quando o novo meio em que penetra o ralo luminoso é mais denso, ele se desvia aproximando-se da normal; em caso contrário, afasta-se dela. Na refração da luz, à semelhança do que estudamos na reflexão, devemos considerar o raio incidente, o raio refratado, o ângulo de incidência, e o angulo de refração da luz.

 

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